Carimbó e albinismo

No último mês, escrevi dois textos para a revista digital Clichetes.

Um deles é o perfil de Dona Onete, a vozinha paraense de 74 anos que se descobriu cantora depois de passar 25 anos da vida dando aulas de História. Na entrevista que fizemos (eu e a fotógrafa Alice Arida) com ela, ela nos contou um pouco sobre como recreava suas aulas para as crianças e sobre o seu sucesso atual. “Eles dizem que eu canto o amor, e é nisso que a juventude está atrás de mim.”

Leia aqui: A sabedoria paraense da rainha do carimbó chamegado

O outro texto diz respeito ao albinismo. Passei uma manhã conversando com Andreza Cavalli, que é albina do tipo 1, ou seja, com total despigmentação. Ela me contou sobre os percalços desta população invisível, o que dificulta a adoção de políticas públicas para eles. Apesar dos problemas e discriminações que passou e passa pela vida, Andreza tem um ótimo astral, só um milagre mesmo para tirar do rosto dela seu lindo sorriso.

Leia aqui: A vida em branco e branco

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